NOTÍCIAS - DISQUE DENÚNCIA BAHIA

Jovem de 17 anos registrou tudo. Ela vai responder ato infracional por maus tratos

Salvador, 16/09/2014

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Gato foi pendurado com patas amarradas (Foto: Reprodução/YouTube)

Uma adolescente de 17 anos foi ouvida na delegacia de Arraial D’Ajuda por conta da denúncia de ter torturado e matado um gato na cidade. A jovem, que filmou tudo, assumiu o crime e disse que estava indignada porque o animal teria matado um dos seus porquinhos da índia, além de entrar na sua casa quando a porta estava aberta e roubar comida.

O caso foi há meses, mas o vídeo só começou a circular na cidade esta semana, depois que a adolescente perdeu o cartão de memória do celular onde registrou as cenas. Com o vídeo causando muita polêmica pela cidade, a ONG Anjos D’Ajuda, fundada por uma estrangeira, fez uma denúncia na delegacia, que localizou a adolescente.

Segundo o delegado Sinézio Vieira Junior, a adolescente foi à delegacia prestar depoimento acompanhada da mãe. A garota responderá a ato infracional por maus tratos, conforme prevê o Código Penal. A mãe afirmou ter ficado surpresa porque a filha é comportada e sempre se deu bem com os animais.

No depoimento, a adolescente contou que a mãe tem vários cães e alguns coelhinhos da índia e que o gato estranho teria atacado um dos coelhos, o que a deixou com muita raiva. Logo depois, o animal voltou a entrar na casa, subindo em móveis e comendo coisas. Ela então pegou o gato, amarrou as patas e o pendurou para enforcar. Ela ainda golpeou o animal com vassouradas. Depois de cerca de dois minutos, ela observou que o gato estava morto e o jogou dentro de uma sacola e colocou dentro do lixo na rua. Ela não contou o fato aos parentes e colegas.

O cartão de memória com o vídeo foi retirado do celular e colocado na mochila esta semana e, possivelmente, foi furtado. A pessoa que obteve o cartão retirou o vídeo e o circulou pelo WhatsApp e outras redes sociais.

Com o vídeo descoberto e circulando na cidade, a adolescente ficou marcada e sofreu ameaças. “Estavam querendo linchar ela na escola. A mãe disse que vão mudar para outro estado, os colegas estão revoltadíssimos”, contou o delegado.

Fonte: Correio

* Publicada originalmente no dia 12.09.2014

Traficante é flagrado com pistola 380 no Calabetão

Salvador, 16/09/2014

Com um mandado de prisão temporária em aberto, expedido pela 2ª Vara de Tóxico, por tráfico e homicídio, André Nei Santos Rosa, 28 anos, o “Cazuza”, foi preso, na terça-feira (9), por investigadores do Departamento de Narcóticos (Denarc). Com ele, foi apreendida uma pistola calibre 380.

 Uma denúncia de que o traficante se encontrava no interior da Escola Baiana de Formação de Vigilantes (EBFV), levou os policiais até o local, que na fica na Estrada de Campinas de Pirajá. A prisão de Cazuza é um o desdobramento da “Operação Afeganistão”, realizada, em junho, no bairro do Calabetão.

Na ocasião, a quadrilha a qual Cazuza pertencia foi desarticulada, mas ele conseguiu fugir ao cerco. O traficante será encaminhado ao Núcleo de Prisão em Flagrante (NPF), no Complexo Prisional da Mata Escura.

Fonte: Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA)

* Publicada originalmente no dia 10.09.2014

Fica mais fácil denunciar por telefone violência praticada contra as mulheres

Salvador, 16/09/2014

É lei. A presidente Dilma Rousseff sancionou no dia 4 de setembro o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 59/2014, que autoriza o Poder Executivo a tornar disponível, em âmbito nacional, um número telefônico para receber as denúncias de violência contra a mulher.

A proposta é de autoria da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Violência contra a Mulher.

Com a nova legislação (Lei 13.025/2014), o serviço de recebimento dessas denúncias – o Ligue 180 – vai ser operado pela Central de Atendimento à Mulher, hoje coordenada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), vinculada à Presidência da República. Até então, cabia às delegacias municipais cuidar disso.

A senadora Ana Rita (PT-ES), relatora do projeto na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e também relatora da CPI mista, explicou que a mudança vai possibilitar a expansão do serviço. Além disso, observou, a nova lei assegura o respaldo legal à atividade.

O serviço Ligue 180 existe desde 2005. Funciona 24 horas diárias e todos os dias da semana, inclusive nos feriados.

De acordo com Ana Rita, do ano de criação até 2012, a Central de Atendimento à Mulher prestou quase três milhões de atendimentos, “que não se limitaram ao registro das denúncias de violência, envolvendo igualmente a orientação sobre direitos e políticas para as mulheres”.

Fonte: Tribuna da Bahia

* Publicada originalmente no dia 04.09.2014


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